(...) No Alentejo reina, também, nos empresários do sector da Construção, um clima de apreensão face ao futuro, pelo menos a curto prazo, em resultado, sobretudo, da evolução prevista para o mercado das obras públicas. Segundo a AECOPS, é curioso que, ao contrário da tendência geral no País, a habitação nesta região apresente um dos comportamentos menos maus, com o número de fogos licenciados, no primeiro trimestre do ano, a descer apenas 8,9 por cento, face a igual período de 2008, enquanto a média nacional situou-se em menos 49,5 por cento. Mas esta menor quebra pode ser imputada ao muito escasso dinamismo que o mercado imobiliário tem apresentado no Alentejo nos últimos anos.
O calor, noticias destas e aquela coisa chata do mês deixam-me mais sarcástica, creio! Para desanuviar aqui fica uma música apropriada! Em alternativa, aconselho o tema "viva a preguiça" do GNR!
O Instituto Politécnico de Beja vai alargar a sua oferta formativa. Esta instituição de ensino superior público da cidade já pode ministrar os cursos de Solicitadoria, Terapia Ocupacional e Segurança e Higiene no Trabalho!
Ilegal e inconstitucional é assim que empresários e autarcas caracterizam a proposta para a revisão do Plano Regional do Ordenamento do Território (PROT) do Alentejo. A Confederação do Turismo Português, a Turismo do Alentejo Litoral, presidida por Carlos Beato (presidente da Câmara de Grândola), e a Associação dos Resorts do Alentejo Litoral uniram-se para "chumbar" a proposta.