Foi-se o estado, continua a calamidade
Há 13 horas
Ali ó pé do girassoli aporrinhada ca vida deu-me pra prantar aqui umas cousas... Adepois saiu-me isto!
Aos poucos o programa começa a desenhar-se! As "campaniças" nem vão caber em si de contente quando derem conta que o Zé ceguinho e o Tony carretas estarão em palco. A boa noticia para já, só uma e chama-se Rita Redshoes!
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No Alentejo, entre 2005 e 2008, a utilização das tecnologias aumentou 3,9% no caso do computador, 21,4% quanto à internet e 9,5% relativamente ao telemóvel. 
O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) estima que o Baixo Alentejo venha a receber cerca de 30 mil imigrantes ao longo da próxima década, admitindo que pelo menos dez mil possam ficar a residir nesta região.
(...) Já está definida a forma da futura gestão do Aeroporto de Beja?
Agora é que vão ser elas! Já não chegava o Beja orgulha-se... por tudo e por nada e ainda tinha que vir o padrinho devolver o orgulho a Beja! Aonde raio hei-de meter tanto ego, agora? Mas já agora expliquem-me lá, porque raio estes tipos insistem em fazer dos alentejanos uns tristes?
O Zézito (como o tio o chama) anunciou ontem em Ferreira do Alentejo a adjudicação da concessão rodoviária do Baixo Alentejo. Um investimento de 270 milhões de euros que foi adjudicada ao consórcio Grupo Rodoviário do Baixo Alentejo liderado pela Edifer e integra a construção de uma nova auto-estrada entre Sines e Beja. O grupo ACS é o principal parceiro no negócio e vai construir a auto-estrada com quatro faixas de rodagem que ligará Sines a Beja, o IP 2 entre Évora e São Mancos, a ER261-5 entre Inês e Santo André e ainda a conservação de outras estradas, num total de 374 quilómetros. O ACS é presidido por Florentino Perez, ex-presidente do Real Madrid, e irá também explorar por um período de 30 anos o IP 8 cuja concessão foi avaliada em 690 milhões de euros. As receitas serão obtidas a partir da disponibilidade de pagamento de portagens no IP8 (futura A26), entre Santiago do Cacém e Beja. O investimento será suportado pelo Banco Europeu de Investimento, que comparticipará com 210 milhões de euros. Percebe-se agora porque queriam os "nuestros hermanos" que a A26 chegasse até à fronteira, agora que ficam com o "lucro todo" mas não deixo de registar a estranheza do silêncio dos autarcas locais contra as portagens por falta de uma alternativa aos condutores. Porque não se aplica aqui o mesmo critério de vias como a A25, A24 ou outras? Resta a esperança que a obra seja breve e que estes dados, pelo menos, se venham a confirmar!